Atualizado em 26/08/2026 às 19:55
Trabalhar literatura infantil durante o processo de alfabetização é uma excelente maneira de aproximar as crianças da leitura, ampliar o vocabulário e criar situações reais de aprendizagem. Quando a história apresenta personagens, alimentos, rimas e situações do cotidiano, as possibilidades pedagógicas ficam ainda maiores.
A proposta A Cesta da Dona Maricota: sequência didática completa foi pensada para professores que desejam transformar a leitura da obra em uma experiência significativa, envolvendo oralidade, leitura, escrita, consciência fonológica, produção textual e conhecimentos sobre alimentação.
A história de Dona Maricota permite explorar um universo muito próximo das crianças: frutas, verduras, legumes e outros alimentos. A partir da narrativa, o professor pode criar situações de aprendizagem que vão muito além da simples compreensão da história.
É possível, por exemplo, convidar os estudantes a identificar personagens, localizar palavras, reconhecer letras e sílabas, organizar nomes de alimentos, produzir listas, trabalhar rimas, comparar quantidades e conversar sobre hábitos alimentares.
Nesta sequência, você encontrará uma proposta organizada em etapas, com objetivos, habilidades da BNCC, sugestões de atividades e possibilidades de avaliação.
Observação: a sequência utiliza a obra como recurso de mediação pedagógica. Para a leitura em sala, recomenda-se utilizar o livro físico ou uma versão legalmente disponibilizada pela editora/autora. O texto integral da obra não é reproduzido neste material.
Aprofunda seus conhecimentos sobre a importância da Literatura Infantil na Alfabetização: Como Transformar Histórias em Aprendizagem –
Por que trabalhar a história durante a alfabetização?
A literatura infantil cria um contexto significativo para as atividades de leitura e escrita. Em vez de apresentar palavras isoladas, o professor parte de uma narrativa que desperta curiosidade e favorece a participação.
No caso dessa história, os alimentos podem se transformar em excelentes palavras-estímulo. A criança pode observar, por exemplo:
- quantidade de letras nas palavras;
- letra inicial e letra final;
- número de sílabas;
- palavras que começam com o mesmo som;
- comparação entre palavras;
- formação de novas palavras;
- reconhecimento de rimas;
- escrita espontânea;
- produção de listas;
- organização alfabética.
Além disso, o tema possibilita conversar sobre alimentação, preferências, diversidade de alimentos e cuidados com a saúde, tornando a proposta interdisciplinar.
Objetivos da sequência didática
Ao desenvolver as atividades, o professor poderá trabalhar os seguintes objetivos:
- desenvolver o interesse pela leitura;
- estimular a escuta atenta de histórias;
- ampliar o repertório de palavras;
- identificar personagens e elementos da narrativa;
- desenvolver a compreensão leitora;
- reconhecer palavras relacionadas à história;
- perceber semelhanças sonoras entre palavras;
- identificar letras iniciais e finais;
- segmentar palavras oralmente em sílabas;
- produzir listas e pequenos textos;
- estimular a escrita espontânea;
- desenvolver a oralidade;
- trabalhar classificação e comparação;
- ampliar conhecimentos sobre alimentos;
- favorecer a interação e o trabalho coletivo.
A Cesta da Dona Maricota e a BNCC
A proposta pode ser articulada a diferentes habilidades previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Para o 1º e o 2º ano do Ensino Fundamental, podem ser mobilizadas habilidades relacionadas à leitura, escrita, oralidade e análise linguística.
Língua Portuguesa
Entre as possibilidades de trabalho estão habilidades como:
EF01LP02 – escrever, espontaneamente ou por ditado, palavras e frases de forma alfabética, usando letras/grafemas que representem fonemas.
EF01LP05 – reconhecer o sistema de escrita alfabética como representação dos sons da fala.
EF01LP06 – segmentar oralmente palavras em sílabas.
EF01LP08 – relacionar elementos sonoros das palavras com sua representação escrita.
EF12LP01 – ler palavras novas com precisão na decodificação e, no caso de palavras de uso frequente, ler globalmente, por memorização.
EF15LP02 – estabelecer expectativas em relação ao texto que será lido, apoiando-se em conhecimentos prévios e no gênero textual.
EF15LP03 – localizar informações explícitas em textos.
As habilidades selecionadas devem ser adequadas ao nível de aprendizagem da turma e aos objetivos definidos pelo professor.
Para consultar a BNCC completa e outras possibilidades de aplicação pedagógica, vale conferir o conteúdo disponível no blog: Base Nacional Comum Curricular (BNCC) na prática escolar (disponível para download gratuito) ou se preferir navegue no site oficial.
Sequência didática: A Cesta da Dona Maricota
A sequência pode ser desenvolvida em 5 aulas, mas o professor pode ampliar ou reduzir as etapas conforme o nível da turma.
Aula 1 – Antes da leitura: o que será que tem na cesta?
Objetivo
Ativar conhecimentos prévios, desenvolver a oralidade e criar expectativas sobre a história.
Desenvolvimento
Antes de apresentar o livro, mostre à turma uma cesta ou sacola. Coloque dentro dela imagens ou representações de diferentes alimentos.
Pergunte:
- O que vocês acham que tem dentro da cesta?
- Quem poderia carregar essa cesta?
- Para que usamos uma cesta?
- Quais alimentos vocês costumam encontrar em casa?
- Qual alimento vocês mais gostam?
- Qual alimento vocês não conhecem?
Registre as respostas no quadro.
Depois, apresente a capa do livro e explore os elementos visuais. Pergunte:
- Quem é Dona Maricota?
- O que ela parece estar carregando?
- O que vocês imaginam que acontecerá na história?
Esse momento é importante porque trabalha a antecipação de sentidos e incentiva as crianças a participarem da leitura antes mesmo de conhecerem a narrativa.
Atividade escrita
Entregue uma folha com a proposta:
DESENHE O QUE VOCÊ IMAGINA QUE TEM NA CESTA DA DONA MARICOTA.
Em seguida, peça que cada criança tente escrever o nome de um dos alimentos desenhados. Valorize as hipóteses de escrita.
Aula 2 – Hora da história
Objetivo
Desenvolver a escuta, a compreensão e o prazer pela literatura.
Prepare um ambiente confortável para a leitura. Apresente o livro e faça a leitura expressiva, respeitando o ritmo da narrativa e explorando as ilustrações.
Durante a leitura, evite interromper constantemente. Faça pausas estratégicas para permitir que as crianças façam previsões e comentem acontecimentos importantes.
Depois da história, promova uma conversa.
Roda de conversa
Pergunte:
- Quem aparece na história?
- O que Dona Maricota estava fazendo?
- Quais alimentos apareceram?
- O que aconteceu com os alimentos?
- Qual parte da história vocês mais gostaram?
- A história aconteceu do jeito que vocês imaginaram?
Não é necessário transformar todas as perguntas em atividade escrita. A conversa também é uma importante situação de aprendizagem.
Sugestão de atividade de registro:


Aula 3 – Os alimentos da história
Objetivo
Ampliar o vocabulário e desenvolver habilidades de análise das palavras.
Faça cartões com os nomes dos alimentos trabalhados durante a leitura. Apresente uma palavra por vez.
Peça que as crianças observem:
- primeira letra;
- última letra;
- quantidade de letras;
- quantidade de sílabas;
- palavras maiores;
- palavras menores;
- palavras que começam com a mesma letra.
Brincadeira: Quem sou eu?
Coloque uma imagem de alimento em uma caixa. Uma criança retira uma imagem sem mostrar aos colegas. Ela dá pistas sobre o alimento.
Por exemplo:
“É uma fruta.”
“Tem determinada cor.”
“Começa com a letra…”
Os colegas tentam descobrir.
A atividade trabalha oralidade, vocabulário e percepção das características dos alimentos.
Aula 4 – Oficina de palavras
Esta aula pode ser dedicada à alfabetização propriamente dita.
Atividade 1 – Complete as palavras
Escolha palavras relacionadas à história e retire algumas letras.
Exemplo:
_ACA
_EIJÃO
BA_A
MIL_O
O nível de dificuldade deve ser ajustado à turma. Para estudantes em fase inicial, utilize imagens como apoio.
Atividade 2 – Organize as sílabas
Entregue cartões com sílabas embaralhadas. As crianças deverão organizar as partes para formar palavras. Depois, peça que copiem as palavras no caderno.
Atividade 3 – Caça-palavras
Prepare um caça-palavras com vocabulário relacionado à narrativa. As crianças podem procurar palavras como:
CESTA – FRUTA – LEGUME – MILHO – UVA – BANANA – TOMATE – FEIJÃO
Selecione somente palavras adequadas ao nível de alfabetização da turma.
Aula 5 – Produção e fechamento
Objetivo
Produzir uma pequena lista ou texto relacionado ao tema. Proponha a produção coletiva de uma lista:
MINHA CESTA DE ALIMENTOS
No quadro, escreva o título.
Pergunte: O que vocês colocariam em uma cesta para levar para casa?
As crianças sugerem palavras e o professor registra. Depois, cada estudante poderá produzir sua própria lista. Para crianças que já apresentam maior autonomia, amplie a proposta:
ESCREVA UMA FRASE SOBRE SUA CESTA.
Exemplo:
NA MINHA CESTA TEM BANANA E MAÇÃ.
O objetivo não é exigir uma escrita perfeita, mas observar os avanços no processo de apropriação do sistema de escrita.
Atividades complementares
A proposta pode ser ampliada com atividades de outras áreas do conhecimento.
Matemática: contando os alimentos
Apresente imagens de diferentes alimentos.
Peça que as crianças contem:
- quantas frutas aparecem;
- quantos legumes;
- quantos alimentos ao todo;
- qual grupo possui maior quantidade;
- qual possui menor quantidade.
Depois, construa um pequeno gráfico coletivo.
Sugestão
QUAL É A FRUTA PREFERIDA DA TURMA?
Cada criança escolhe uma fruta. O professor registra os votos. Depois, a turma constrói um gráfico de colunas com os resultados. Essa atividade integra alfabetização e Matemática de maneira contextualizada.
Sugestão de atividade de registro:

Ciências: alimentação e hábitos saudáveis
O tema também permite conversar sobre alimentação. É importante evitar classificações rígidas ou julgamentos sobre os alimentos consumidos pelas crianças. O professor pode abordar:
- variedade alimentar;
- frutas e verduras;
- importância da água;
- higiene dos alimentos;
- cuidados antes das refeições;
- hábitos de alimentação;
- importância de experimentar diferentes alimentos respeitando preferências e necessidades individuais.
Uma atividade interessante é criar um mural:
ALIMENTOS QUE CONHECEMOS
As crianças podem desenhar ou colar imagens de alimentos. Depois, organize-os em categorias criadas coletivamente.
Produção de um gráfico da turma
Outra possibilidade é desenvolver uma pesquisa.
Pergunte:
QUAL É A FRUTA PREFERIDA DA TURMA?
Disponibilize imagens de quatro ou cinco frutas. Cada estudante escolhe sua favorita. Registre os votos.
Depois, construa o gráfico.
Perguntas para interpretação
- Qual fruta recebeu mais votos?
- Qual recebeu menos?
- Quantas crianças escolheram determinada fruta?
- Houve empate?
- Quantas crianças participaram da pesquisa?
Além da Matemática, a atividade favorece leitura de informações e comunicação oral.
Jogo das rimas
A musicalidade presente na linguagem literária pode ser aproveitada para trabalhar consciência fonológica. Apresente pares de palavras e pergunte se terminam com sons semelhantes.
O professor também pode criar cartões ilustrados e propor um jogo de associação. Por exemplo:
MEL – PÉ
GATO – RATO
PANELA – JANELA
O objetivo é levar as crianças a perceberem os sons das palavras, sem transformar a atividade em mera memorização.
Produção de um mini livro
Para encerrar o projeto, cada criança pode produzir um pequeno livro coletivo ou individual.
Sugestão de estrutura
CAPA:
MINHA CESTA DE ALIMENTOS
PÁGINA 1:
DESENHO DA CESTA.
PÁGINA 2:
NOME DOS ALIMENTOS.
PÁGINA 3:
MINHA FRUTA PREFERIDA É…
PÁGINA 4:
MINHA LISTA DE ALIMENTOS.
PÁGINA 5:
UMA FRASE SOBRE A CESTA.
O professor pode montar um livro da turma e deixá-lo disponível no cantinho da leitura. Essa estratégia ajuda a criança a perceber que aquilo que ela escreve pode circular socialmente e ser lido por outras pessoas.
Como avaliar a aprendizagem?
A avaliação deve acontecer durante todo o percurso. Em vez de observar apenas o produto final, registre o processo. Observe se a criança:
- participa das rodas de conversa;
- demonstra interesse pela leitura;
- consegue recuperar informações da história;
- reconhece personagens e elementos narrativos;
- identifica letras;
- relaciona sons e letras;
- segmenta palavras oralmente;
- reconhece algumas palavras;
- escreve palavras de acordo com suas hipóteses;
- amplia o vocabulário;
- participa das atividades coletivas;
- consegue interpretar informações apresentadas em gráficos simples.
Registro avaliativo
Uma boa estratégia é utilizar uma ficha de observação.
| Aspecto observado | Sim | Em desenvolvimento |
|---|---|---|
| Participa da conversa | ||
| Demonstra interesse pela leitura | ||
| Reconhece palavras trabalhadas | ||
| Identifica letras iniciais | ||
| Percebe sílabas | ||
| Realiza escrita espontânea | ||
| Interpreta informações simples |
Esse registro ajuda o professor a planejar intervenções posteriores.
Como adaptar para diferentes níveis de alfabetização?
Uma mesma sequência pode atender crianças em diferentes momentos de aprendizagem.
Para crianças que ainda estão construindo hipóteses de escrita
Priorize:
- imagens;
- letras móveis;
- reconhecimento do nome;
- letras iniciais;
- comparação de palavras;
- atividades orais;
- associação imagem-palavra.
Para crianças em processo de consolidação
Inclua:
- formação de palavras;
- separação silábica;
- leitura de palavras;
- pequenos ditados reflexivos;
- listas;
- frases simples.
Para crianças mais avançadas
Proponha:
- produção de pequenos textos;
- criação de novas situações para os personagens;
- descrição de uma cesta;
- elaboração de receitas simples;
- pesquisa sobre alimentos;
- produção de pequenos livros.
Dessa forma, o professor mantém o mesmo contexto literário, mas ajusta os desafios às necessidades da turma.
Ideias para tornar a aula mais significativa
A sequência ganha ainda mais sentido quando a criança participa ativamente. Uma possibilidade é montar uma cesta pedagógica com objetos ou alimentos de brinquedo.
Outra ideia é criar um mercadinho da turma. As crianças podem confeccionar etiquetas, organizar produtos, fazer listas de compras e brincar de comprar e vender. Essa brincadeira permite trabalhar leitura, escrita, Matemática, oralidade e interação social.
Também é possível propor uma atividade culinária, desde que a escola tenha condições adequadas, autorização quando necessária e cuidados com alergias e restrições alimentares.
Sugestão de atividade final: Minha cesta ideal
Para finalizar o trabalho, entregue uma folha com o desenho de uma cesta. Peça que cada criança desenhe os alimentos que gostaria de colocar nela. Depois, proponha três desafios:
1. DESENHE OS ALIMENTOS.
2. ESCREVA O NOME DE PELO MENOS TRÊS DELES.
3. ESCREVA UMA FRASE SOBRE SUA CESTA.
Essa atividade funciona como uma síntese do percurso. O professor poderá comparar a escrita produzida no início e no final da sequência para identificar avanços.
Conclusão
Trabalhar A Cesta da Dona Maricota na alfabetização é uma oportunidade de aproximar literatura, linguagem e experiências do cotidiano das crianças.
Uma história pode ser o ponto de partida para muitas aprendizagens. A partir dela, o professor consegue criar situações para ler, conversar, escrever, comparar palavras, brincar com sons, pesquisar, contar, organizar informações e produzir novos textos.
O mais importante é que as atividades não sejam trabalhadas de forma isolada. Quando a criança entende por que está lendo ou escrevendo determinada palavra, a aprendizagem ganha significado.
A proposta também mostra que alfabetizar não significa trabalhar somente letras e sílabas. A alfabetização envolve práticas sociais de leitura e escrita, interação, oralidade, construção de sentidos e participação ativa.
Por isso, ao desenvolver essa sequência, valorize as hipóteses das crianças, observe seus avanços e faça intervenções intencionais.
A literatura infantil pode ser uma excelente aliada do professor alfabetizador. Com planejamento e criatividade, uma simples história pode se transformar em uma sequência rica, interdisciplinar e cheia de possibilidades para aprender.
Dúvidas comuns dos professores
É possível trabalhar essa sequência no 1º ano?
Sim. No 1º ano, priorize atividades de consciência fonológica, reconhecimento de letras, identificação de palavras, escrita espontânea e oralidade.
A proposta serve para o 2º ano?
Sim. No 2º ano, o professor pode aumentar o nível de complexidade, explorando produção textual, leitura, ortografia, classificação de palavras e interpretação de informações.
Posso adaptar para a Educação Infantil?
Sim. Para crianças pequenas, priorize contação de histórias, exploração das imagens, brincadeiras, música, movimento, oralidade e classificação de alimentos. Na Educação Infantil, faça a articulação principalmente com os Campos de Experiências da BNCC.
Preciso reproduzir o texto completo da história?
Não. Para trabalhar a obra, utilize o livro adquirido legalmente ou outro meio autorizado. No material pedagógico, você pode criar atividades autorais inspiradas nos temas, personagens e elementos da obra, respeitando os direitos autorais.
Quantas aulas são necessárias?
A sugestão apresentada utiliza cinco aulas, mas não existe uma duração obrigatória. O professor pode desenvolver a proposta durante uma ou duas semanas, conforme o planejamento e as necessidades da turma.
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Desenvolvimento da Linguagem e Habilidades de Leitura
A Cesta da Dona Maricota
O que trabalhar com a história A Cesta da Dona Maricota?
É possível trabalhar leitura, interpretação, oralidade, vocabulário, consciência fonológica, letras, sílabas, escrita espontânea, listas, rimas, alimentação, classificação, contagem e gráficos.
Qual é o objetivo pedagógico da sequência?
O principal objetivo é utilizar a literatura como contexto significativo para desenvolver habilidades de linguagem e alfabetização, ampliando também as possibilidades de integração com outras áreas.
Quais atividades podem ser feitas depois da leitura?
Entre as opções estão caça-palavras, formação de palavras, identificação de letras e sílabas, listas de alimentos, produção de frases, jogo de rimas, gráficos e atividades de classificação.
Como trabalhar a BNCC a partir dessa história?
A obra pode ser utilizada para desenvolver habilidades relacionadas à leitura, escrita, oralidade e análise linguística. As atividades devem ser escolhidas de acordo com os objetivos da aula e o nível de aprendizagem da turma.
Como avaliar os alunos durante a sequência?
A avaliação pode ocorrer por meio da observação, registros do professor, produções escritas, participação nas atividades, leitura de palavras, hipóteses de escrita e desempenho nas propostas de interpretação.

Leticia Borges e Eliene Andrade são duas professoras apaixonadas pela educação, pela criação de materiais didáticos e pela construção de uma escola mais criativa, inclusiva e verdadeiramente significativa. Unidas pelo desejo de transformar práticas pedagógicas, partilham experiências, reflexões e recursos que inspiram educadores. Para além da sala de aula, também se aventuram no universo da literatura infantil, sendo autoras de obras como Bruxolina Narizé e Vicente e o Resgate, que encantam crianças e promovem a imaginação e o gosto pela leitura.

